sinta a vibe !
Não conseguia entender o que tinha acontecido com a minha vida. Tinha perdido a elegância. Tinha perdido a mundanidade. Tinha perdido a concha protetora. Tinha perdido o senso de humor diante dos problemas alheios. Queria tudo de volta. Queria que as coisas corressem mansas pra mim. De algum jeito, eu sabia que isso não ia mais acontecer, pelo menos não tão logo. Eu estava fadado a me sentir culpado e desprotegido.
Charles Bukowski.  (via sou-inseguro)
Posted 19 abril 2014, Há 11 horas | 1 809 notas | reblog this post
(originally recomendar / via sou-inseguro)
Às vezes, começar de novo é exatamente o que uma pessoa precisa. E eu acho que é algo admirável. Muitas pessoas não têm a coragem necessária para fazer algo assim.
Nicholas Sparks (via papel-de-amor)
Posted 19 abril 2014, Há 11 horas | 42 370 notas | reblog this post
(originally inverbos / via t-emperamental)
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(originally r2--d2 / via t-emperamental)
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(originally brisadosol / via vidapacifica)
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(originally rlx-pics / via vidapacifica)
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(originally c-isnenegro / via t-emperamental)
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(originally insttagram / via t-emperamental)
Eu disfarço muito e quase ninguém percebe. Tem um monte de gente por aí que acha que me conhece o suficiente. Outros tantos acham que sabem o bastante sobre a minha vida. Entra no meu mundinho quem eu deixo. Acho que a gente não deve escancarar a vida, tem coisa que é só nossa e de mais ninguém.
Clarissa Corrêa.  (via carpejar)
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(originally amortizing / via t-emperamental)
Posted 19 abril 2014, Há 11 horas | 130 notas | reblog this post
(originally vicesandpleasures / via mandhala)
Apesar de você carregar um nome forte e marcante nas costas, você não faz jus a ele, Bárbara. Seu nome é lindo, assim como os seus olhos azuis e o batom roxo que você usa com aquela blusa verde de manga cumprida. O problema é que não tem ninguém pra borrar esse teu batom ou rasgar essa tua blusa. E não tem, porque você simplesmente não deixa ter. Quando eu me aproximo, você recua. Quando eu recuo, você se aproxima de forma agressiva como se o mundo girasse em torno da sua pele branca com cheiro de ameixa. Mas não gira, Bárbara. O seu mal é achar que sim. Você reclama que eu saio pra beber, mas acha fofo quando eu te mando mensagem melosa bêbado. Você odeia as minhas roupas, as minhas gírias e a minha forma de pensar, mas fala mal dos garotos certinhos que tem na sua faculdade. Vai entender. Aliás, não vai. Se tem uma coisa que você é péssima em fazer, essa coisa é ir. Não importa com quantos caras diferentes você saia em um mês ou quantos beijam bem em uma noite. Sou eu quem tenho a pegada e a marra que tu precisa pra curar seus medos. E você me odeia por saber disso. Não adianta negar, virar a cara ou ignorar minha chamada perdida. Você nunca vai embora, Bárbara. E eu gosto disso. Gosto de ver o seu orgulho sendo quebrado em pedacinhos minúsculos contra a sua vontade por minha causa. Gosto de ver você urrando, reclamando, xingando deus-e-o-mundo nos meus braços. Não faço questão que você me elogie desde que permaneça aqui, junto. Eu sei te domar e abaixar o teu ego gritante, mas isso te torna frágil e você se esconde. Se esconde atrás de umas poesias baratas e livros grifados, enquanto eu tomo umas cervejas geladas e acabo seis carteiras de cigarro em dois minutos. Você diz que eu tenho medo de amar. E eu tenho, sim. Eu tenho medo de te amar, Bárbara. Você me conhece de tanto, tanto, tanto, que até eu chego a me assustar com isso. O que você talvez não saiba, é que eu também te conheço tanto, tanto, tanto, que talvez a sua auto estima abalada nunca tenha se dado conta disso. Eu sei que a sua bebida preferida é suco de laranja, não vodka. E que você preferiria mil vezes ir pra balada de sandália havaiana do que usar um salto enorme a noite toda. Também sei que, apesar dos textos românticos, sua literatura favorita é a erótica. Suas amigas patricinhas não sabem disso, mas eu sei. E você nunca se deu conta do quanto saber doí. A sua personalidade me mata, mesmo te fazendo viver. Eu te olho canto de olho enquanto você escreve mais um desses seus textos sem pé nem cabeça e penso que, poxa vida, se algum dia eu conseguisse entender o que se passa na sua mente, ou melhor, no seu coração, eu poderia dormir tranquilo. Você, garota, me tira o sono. Com as suas entrelinhas indecifráveis e a sua mudança de humor constante, eu nunca sei o que fazer ou dizer ou sentir. Você é um campo minado, Bárbara. A diferença é que no seu jogo só tem bomba, e eu sou o apostador perdido que sempre morre na primeira jogada. Não importa o quanto eu tente ganhar ou empatar a partida: você sempre se sai vitoriosa e barbariza a minha vida. Acho que este deve ser o verdadeiro significado do seu nome. Vez ou outra, duvido até que você tenha coração. Você consegue ser mais fria do que todas as geleiras existentes nesse planeta. E eu continuo perdido, cego, procurando alguma luz vinda de qualquer direção que não seja a sua. Então eu saio, bebo, beijo algumas menininhas relevantes e volto pra casa. Daí eu sinto a sua falta e tudo começa a girar. Não importa quantas bocas encostem a minha, nenhuma delas é capaz de causar a turbulência que a sua no meu corpo. Eu me sinto um homem vazio longe de você e perto eu me sinto um menino cheio demais pra caber em mim mesmo. Mal sei me equilibrar na balança da minha própria vida, quanto mais equilibrar você e o seu peso de bagagem gigantesca. Eu só queria que você dissesse o que espera de mim, Bárbara. Não sei o que você quer quando me liga às três da manhã pra desabafar sobre um assunto qualquer, depois de ter me ignorado a semana inteira. Você chora por falta de amor, mas não deixa ninguém te amar. Você não me ensina a te amar. Às vezes eu penso que você queria ser salva desse mundo cinza que a sua alma insiste em morar.
O problema é que eu não sei ser o seu super-homem, Bárbara.
E o meu nome ainda é João.
Capitule, A Resposta. (via capitule)
Posted 19 abril 2014, Há 11 horas | 309 notas | reblog this post
(originally capitule / via capitule)
LEGALIZE IT !
A pior prisão é uma mente fechada
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